Mendoza
Capital argentina do Malbec. Centro de visitantes da pirâmide Catena Zapata, subzonas de altitude do Vale do Uco, picos dos Andes visíveis da cidade. Festival da colheita Vendimia no início de março.
Sobre Mendoza
Mendoza é, sem dúvida, a cidade vinícola argentina por excelência — o centro urbano da região vinícola que produz o Malbec de categoria premium mundial. A cidade situa-se no sopé oriental dos Andes, no oeste da Argentina; as áreas vinícolas circundantes estendem-se para sul, passando por Luján de Cuyo e pelas sub-regiões do Vale do Uco (Tupungato, Gualtallary, San Carlos) em altitudes mais elevadas. A transformação da região, de produtora de vinhos a granel para líder na categoria premium, ocorreu a partir da década de 1990, liderada pelo trabalho pioneiro de Nicolás Catena Zapata na viticultura de altitude (acima de 1.000-1.500 m). A moderna vinícola de Catena em Luján de Cuyo — projetada como uma pirâmide de estilo maia — é a visita imperdível a uma vinícola argentina contemporânea. Além da Catena, os principais produtores incluem a Bodega Achaval-Ferrer (família Pulenta), a Cheval des Andes (joint venture Moët Hennessy-Terrazas de los Andes), a Zuccardi (Tupungato) e a exploração mais ampla de vinhedos únicos no Vale do Uco. A Vendimia, festival da colheita realizado no início de março, é a principal festa do vinho argentino, com o desfile nacional da Vendimia na cidade de Mendoza atraindo centenas de milhares de pessoas. O Aconcágua (pico mais alto das Américas, com quase 7.000 metros) é visível da cidade de Mendoza em dias claros e serve de cenário para as reportagens sobre a região vinícola argentina.
Prático detalhes
Enoturismo notas
O enoturismo em Mendoza gira em torno da Malbec — a uva que define o vinho argentino desde a ascensão da Catena Zapata e de outros produtores nas décadas de 1990 e 2000. A região de Luján de Cuyo (imediatamente ao sul da cidade de Mendoza) é o coração histórico da Malbec; o Vale do Uco (1,5 a 2 horas mais ao sul) é a região de alta altitude (acima de 1.000 a 1.500 metros) que produz os Malbecs modernos mais relevantes para a crítica especializada. O centro de visitantes em formato de pirâmide da Catena Zapata é o exemplo perfeito de visita a uma vinícola argentina contemporânea — arquitetonicamente notável e acessível a partir da cidade de Mendoza. Outros grandes produtores (Bodega Achaval-Ferrer, Cheval des Andes, Zuccardi) oferecem visitas abertas ao público mediante reserva antecipada. A Vendimia, festa da colheita no início de março, é o principal festival do vinho argentino — o desfile nacional da Vendimia na cidade de Mendoza atrai centenas de milhares de pessoas.
Regional cozinha
Asado argentino (carne grelhada em fogo aberto — a tradição de Mendoza enfatiza o cordeiro andino além da carne bovina), empanadas mendocinas (com carne, ovo cozido, azeitonas e o tempero característico de Cuyo), locro (ensopado de milho, feijão, abóbora e carne, prato nacional argentino), tomaticán (ensopado de tomate com carne), provoleta (provolone grelhado), truta andina do rio Mendoza, doce de leite, alfajores
Canônico atrações
- Centro de visitantes Catena Zapata (arquitetura piramidal, Luján de Cuyo)
- Bodega Achaval-Ferrer
- Cheval des Andes (joint venture Moët Hennessy-Terrazas de los Andes)
- Subzonas de alta altitude do Vale de Uco: Tupungato, Gualtallary, San Carlos (1,5-2 horas de carro ao sul da cidade de Mendoza)
- Monte Aconcágua (pico mais alto das Américas, com cerca de 7.000 m, acessível a partir de Mendoza)
- Plaza Independencia + Distrito do Azeite
- Festival da colheita de Vendimia (início de março, o principal festival de vinhos da Argentina)
Editorial notas
Fazer um tour pelas vinícolas de Mendoza exige bastante deslocamento de carro — as principais sub-regiões do Vale do Uco (Tupungato, Gualtallary) ficam a 1,5 a 2 horas ao sul da cidade. O centro de visitantes da Catena Zapata é o ponto de acesso mais fácil para quem quer degustar um Malbec de qualidade. A época ideal para visitar as vinícolas é a Vendimia (início de março). O auge do verão, entre dezembro e fevereiro, pode ser desconfortavelmente quente para atividades diurnas.