Reims
Capital da região de Champagne. Adegas subterrâneas de giz (crayères), Patrimônio Mundial da UNESCO, onde o Champagne envelhece. Visitas às principais casas de Champagne, como Veuve Clicquot, Pommery e Taittinger; produtores menores nas aldeias vizinhas.
Sobre Reims
Reims é a capital editorial de Champagne — o centro urbano da região de referência mundial para vinhos espumantes. O enoturismo da cidade concentra-se no subsolo: o subsolo calcário da região de Champagne foi explorado para extração de pedra de construção nos tempos romanos e medievais, deixando vastas galerias subterrâneas (crayères) que as casas de Champagne agora utilizam como adegas de envelhecimento em temperatura natural. Várias dessas adegas escavadas no calcário são Patrimônio Mundial da UNESCO — as crayères da Taittinger datam do século IV, da era galo-romana. Veuve Clicquot, Pommery, Taittinger, Ruinart e outras oferecem visitas guiadas às adegas com degustações; essas são as experiências enogastronômicas clássicas de Reims. A Catedral de Notre-Dame de Reims (onde os reis franceses eram historicamente coroados) ergue-se acima das adegas, sendo o outro grande marco da cidade. A cidade vizinha de Épernay (a 40 minutos de carro ao sul) abriga a Avenue de Champagne — uma rua única repleta de grandes casas de champanhe, incluindo Moët & Chandon (Dom Pérignon), Perrier-Jouët, Mercier e outras. As duas cidades juntas formam o destino clássico da região de Champagne — elas se complementam, não são intercambiáveis, e os visitantes mais exigentes da região incluem ambas. Pequenos produtores (Egly-Ouriet, Selosse, Christophe Mignon) operam em vilarejos por toda a região de Champagne; as visitas exigem agendamento prévio.
Prático detalhes
Enoturismo notas
As visitas às caves de champanhe são a atividade clássica de Reims — a maioria das grandes casas oferece visitas guiadas com degustação (1 a 2 horas, EUR 25 a 80, dependendo da casa). As caves de giz (crayères), Patrimônio Mundial da UNESCO, são imperdíveis — o subsolo calcário cria a umidade e a temperatura naturais ideais para o envelhecimento do champanhe. Veuve Clicquot, Pommery, Taittinger e Ruinart possuem centros de visitantes abertos ao público. Os produtores de prestígio (Krug, Salon, Selosse) operam de forma mais seletiva — é necessário agendamento prévio. Tanto Reims quanto Épernay devem ser visitadas — elas se complementam, não são intercambiáveis.
Regional cozinha
Rosas de biscoitos de champanhe (biscoitos rosa crocantes, classicamente mergulhados em champanhe), jambon de Reims (presunto cozido branco), andouillette de Troyes (linguiça de miudezas), pieds de cochon (pés de porco), salade aux lardons, queijos Brie de Meaux + Chaource (denominações regionais próximas)
Canônico atrações
- Cathédrale Notre-Dame de Reims (onde os reis franceses foram coroados)
- Cavernas de Veuve Clicquot (crayères — Patrimônio Mundial da UNESCO)
- Cavernas de Pommery + propriedade
- Taittinger crayères (poços de giz galo-romanos do século IV)
- Krug + Bollinger (em aldeias próximas)
- Abadia de Dom Pérignon em Hautvillers (onde o monge NÃO inventou o Champagne, mas é romanticamente creditado a ele)
- Épernay (40min ao sul – Avenue de Champagne com grandes casas)
Editorial notas
As visitas às caves de champanhe são bastante comuns e podem ser reservadas através de sites de turismo; as casas mais populares esgotam-se com semanas de antecedência durante a época alta. As caves escavadas em giz (crayères) são a característica distintiva da região — existem caves comuns acima do solo, mas as crayères definem a região. Percorrer os vinhedos da Montagne de Reims, entre Reims e Épernay, é essencial para compreender a geografia da denominação.